Aquele mesmo rapaz que comeu o resto do macarrão da panificadora aqui da esquina que meu amigo não quis e que naquele dia vestia uma calça preta e não tinha mais camiseta e nem chinelo agora vestia sacolas plásticas.
Definitivamente não se importava com o que os outros pensavam dele. Não ousava pensar algo de si. Passei novamente na mesma sinaleira na qual havia o encontrado naquele dia. Havia ganhado roupas. Um short, uma camiseta e até um chinelo. A roupa estava limpa.
Mais tarde, paro novamente no mesmo lugar e ele vem na minha janela me pedir uma moeda. Ele estava com uma lata na mão. Suas roupas já estavam imundas. Perguntei a ele o que faria com aquela lata. Me respondeu que estava juntando para recilclar. Mas não havia nenhuma sacola com outras latas próxima a ele. Não havia.
Definitivamente não se importava com o que os outros pensavam dele. Não ousava pensar algo de si. Passei novamente na mesma sinaleira na qual havia o encontrado naquele dia. Havia ganhado roupas. Um short, uma camiseta e até um chinelo. A roupa estava limpa.
Mais tarde, paro novamente no mesmo lugar e ele vem na minha janela me pedir uma moeda. Ele estava com uma lata na mão. Suas roupas já estavam imundas. Perguntei a ele o que faria com aquela lata. Me respondeu que estava juntando para recilclar. Mas não havia nenhuma sacola com outras latas próxima a ele. Não havia.

2 comentários:
oloco Binho!
o cara estava começando um novo ramo profissional!
ta, na real é muito trash!
muito bom o texto.
O homem do sinalero já estava sem suas chinelas hoje pela tarde....
e qual será o fim da saga desse rapaz e de outros q encaram as sinaleiras dessa cidade e do resto do país?
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