quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Shopping

Fiz em um email enviado hoje pela manhã para uma garota muito especial, Caroline Franco, uma pequena descrição a respeito do acontecimento mais comentado atualmente em nossa cidade. Peço licença para aqui reescrever.

Agora pela manhã fui com o Andrei, que trabalha aqui comigo, na tão falada inauguração do Cataratas JL Shopping. A pulseirinha alertava: "Convidado especial para o nascimento do maior empreendimento de Foz do Iguaçu". Ao chegar a moça pergunta: Vocês são lojistas? Não. Então fiquem a vontade. Ficar a vontade as vezes é bastante complicado. Ainda mais quando se trata daquelas solenidades chatas. Já dizia uma música do Engenheiros, nossa elite burra se empanturra com biscoito fino. Biscoito fino e ruim. Não tinha refrigerante. Suco? Não tinha de laranja. Água? Tinha uma moderna com gosto de laranja. Não tive coragem de experimentar.
É engraçado ver quando a alta sociedade se reúne para esses eventos. Todas as forças políticas da cidade, os grandes empresários, alguns penetras e o povo do lado de fora, no calor iguaçuense esperando ansiosos a abertura das portas. Lá dentro, no ar condicionado bem dimensionado, todos se cumprimentam e trocam sorrisos. Alguns pedreiros da obra passam no meio da praça de alimentação, onde ocorre a solenidade, causam espanto pois estão maltrapilhos e sujos. O dono da Construtora JL fala, o prefeito também. Depois, o pastor dá a benção a todos que colocaram a mão no peito como solicitado por ele anteriormente. Não coloquei. Após a solenidade, convidam a todos para a primeira visita pelas instalações do shopping. Muito bonito, a academia proporciona uma visão maravilhosa aos que futuramente passarão horas suando nas máquinas na busca de um corpo adequado aos padrões impostos pela sociedade de consumo.
Não pode se negar o avanço que trará para a cidade. Era feio responder aos turistas que em nossa cidade não havia shopping. Mas a mistificação feita na inauguração foi exagerada, como se os problemas sociais de nossa cidade fossem praticamente aniquilados pelo novo empreendimento. A realidade para aquelas pessoas passa assustadoramente à distância. Vivem numa sociedade maquiada que o novo shopping ajuda a construir, em que os valores capitalistas são postos como os mais importantes e os valores humanistas e revolucionários são jogados ao esquecimento.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Será?

O pensamento de um homem não se reduz ao simples fato de pensar. O sabor, o cheiro, o tato e a visão são parte do convencimento da real necessidade de um indivíduo em lutar para se sentir bem. É fruto de uma grande opressão, passando por uma revolução e depois de um aconchegante sossego e felicidade, talvez não para os mesmos, mas para a humanidade. Um detalhe.
Nesse final de semana, dei-me um pouco do meu tempo a coisas que precisava fazer, como assistir um bom filme ou ler um livro. O filme, aquele da moda. Se gostei? No geral é um bom filme. O livro, aquele do Marcelo Rubens Paiva, Feliz Ano Velho. Estou na metade, mas já entrou pra lista dos melhores que li.
Não se apegar a detalhes é muito importante.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Centro Acadêmico Egeu de Brito

Muito interessante a idéia do Centro Acadêmico de Farmácia do Anglo-Americano em homenagear o primeiro farmacêutico iguaçuense passando a chamar o CA de Egeu de Brito.
Vários amigos do Dr. Egeu até mesmo de outras cidades, vieram para prestar sua homenagem a esse pioneiro de Foz do Iguaçu.
Estou mais acostumado a discursar para a juventude. Gostei muito da experiência de falar a uma platéia de mais idade. Falei um pouco sobre o histórico da UNE, passando pela luta contra o nazismo, pela campanha do petróleo é nosso, a luta contra a ditadura, as diretas já e o fora Collor. Parecia que ao falar, aqueles senhores e senhoras reviviam um pouco daquele passado.
No final da cerimônia, um senhor e uma senhora vieram me parabenizar pelo discurso. Ambos haviam sido colegas de faculdade do Dr. Egeu.
A senhora acabou descobrindo que era minha conterrânea. Nascida também em Alegrete, ficou muito feliz em me encontrar por lá.
O senhor me contou que participava do Centro Acadêmico de Farmácia da UFRGS nos anos de 1954 e 1955. Muito legal encontrar ex-militantes do movimento estudantil com suas encantadoras histórias. Relembramos a sede da UNE, onde funcionava o CPC (Centro Popular de Cultura), que mais tarde, na Ditadura Militar, foi incendiada e demolida. Contei a ele que os estudantes, no início deste ano, haviam retomado o terreno da Praia do Flamengo e que o arquiteto Oscar Niemeyer havia doado o projeto para a construção da nova sede.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Sucesso

Sucesso. É a melhor definição da atividade organizada ontem no pátio da UDC pela UJS.
Vários estudantes fizeram o seu desabafo contra a revista Veja, em especial a edição da semana passada. Bandeira, cartazes, camisetas e panfletagem intensa ajudaram a criar um clima para a homenagem aos 40 anos da morte de Che.
Ao som da música "Comandante Che Guevara", após os discursos, várias fotos do grande humanista revolucionário foram exibidas no telão.
Sucesso também na minha prova de Pontes. Tirei 90.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

UJS adverte: Veja mente!

Cada vez fico mais feliz com o movimento estudantil na UDC. Quarta-feira, na sede do DCE, estive reunido com mais de 15 lideranças estudantis indignados com a última edição da revista Veja. Combinamos que na próxima terça-feira, dia em que completam-se 40 anos da morte de Che faremos uma homenagem e um ato simbólico de protesto com relação à Editora Abril. Vamos exigir ainda a criação da CPI Abril/Telefônica e a democratização dos meios de comunicação. Segue o texto que será utilizado para panfletagem também no PTI.





Já conhecida por seu caráter partidário e conservador, a revista Veja, da Editora Abril, não se importa em baixar o nível do jornalismo para propagar mentiras e manipular informações, numa tentativa de enganar o povo brasileiro. Tenta implantar na sociedade uma maneira alienada de observação da realidade.

A edição desta semana é um claro exemplo de sua tentativa de manipular a opinião pública enaltecendo a opinião da elite que é a favor unicamente de seus próprios interesses, elegendo como inimigo e distorcendo a imagem de um dos maiores ícones de inspiração da juventude, Che Guevara. Tal edição, que traz como matéria de capa "Che – A farsa do herói" tenta desmistificar a imagem do grande revolucionário, político e pensador passando a impressão de que fosse um sanguinário disposto a matar por uma revolução "sem sentido".

A matéria mentirosa, diz ainda que Che ajudou a estabelecer um sistema de penúria em Cuba, em que comidas são racionadas e os carros são velhos. Esquecem por completo que a ilha, antes de viver um regime socialista, era miserável, considerada o bordel dos americanos. Esquecem também, que Cuba sofre um brutal bloqueio econômico dos Estados Unidos, pelo qual empresas fabricantes que utilizem qualquer matéria-prima do país, são proibidos de comercializar com a ilha socialista.

Não aceitamos a manipulação desmedida de um meio de comunicação influente como a Veja, que mostra apenas o que lhe é de interesse, e que nos bastidores, por exemplo, tenta a todo custo barrar a abertura da CPI Abril-Telefônica/TVA no Congresso Nacional.
O comandante está mais vivo do que nunca, nas mentes daqueles que acreditam no fim da exploração e no desenvolvimento do pensamento humano.
Por tudo isso, no dia em que se completam 40 anos de seu brutal assassinato orquestrado pela CIA, convidamos todos a manifestarem seu repúdio a esta revista e sua editora, exigindo a democratização dos meios de comunicação e o fim da alienação dos povos pelos interesses dos poderosos detentores da mídia brasileira.
"Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros".
Che Guevara
TERÇA-FEIRA - 09 DE OUTUBRO
PÁTIO DA UDC - 20h30

Che Guevara e os mimos da família Civita

"Dar a patinha, rolar no chão e falar mal de tudo que cheire a povo são as eternas gracinhas da pet shop chamada Veja", ironiza o jornalista Gilberto Maringoni. Confira abaixo a íntegra de seu artigo.
Che Guevara e os mimos da família Civita

Por Gilberto Maringoni

A humanidade sempre gostou de animais de estimação, mas agora o costume virou moda. Pet shops tomam conta das cidades brasileiras e roupas, brinquedos e alimentos especiais para bichinhos disputam um mercado crescente. Escolas especiais pipocam por toda parte, sofisticando a pedagogia caseira de ensinar mascotes a sentar, dar a patinha ou buscar objetos atirados ao longe. Todos gostam dessas companhias domésticas. Fazem a alegria das crianças.

Há uma família em São Paulo que parece adorar mascotes. É um clã de origem italiana, aqui radicado há décadas. Não se sabe bem o porquê, mas alguns de seus membros exibem socialmente um inconfundível acento nova-iorquino. Manias, quem sabe. Trata-se da turma dos Civita, gente boa, com negócios para os lados da marginal Pinheiros.

Os Civita adoram mascotes. Têm vários. Um dos orgulhos de sua casa de negócios atende pelo nome de Diogo. Aliás, são dois os Diogos amestrados daquele - chamemos assim - lar da marginal. Vamos falar de um deles, o Diogo Schelp (tem o Mainardi, mas este fica para outra hora). O Schelp é um espécime reluzente. Dá a patinha, busca o que o dono mandar e não gosta do que os Civita não gostam. Coisa bonita de se ver. Diogo Schelp deve andar aí pela casa dos trinta anos. Tem futuro.

Cuba, Venezuela, MST etc.

Os Civita detestam tudo que cheire a povo. Externam especial repulsa por coisas como Cuba, Venezuela, MST e quejandos. Quando precisam propalar aos quatro ventos seus desapreços, chamam um dos Diogos. "Vem, Diogo, vem". E Diogo - qualquer um deles - faz a alegria da família. "Vem, Diogo, vem, desce o chanfralho no Chávez, vem!". E lá vai Diogo, correndo, mostrar o serviço.

Como toda boa família, os Civita têm sua sala de visitas, onde exibem tudo do bom e do melhor. A sala de visitas tem até nome. Chama-se Veja. Toda semana apresenta uma decoração nova, todas diferentes, mas iguais às anteriores, se é que dá para entender.

Diogo é um fenômeno, dizíamos. É bom também não confundi-lo com Dioguinho, apelido de Diogo da Rocha Vieira, famoso bandido e salteador que aterrorizou os sertões da Mogiana, entre o final do século 19 e inícios do 20. Dioguinho era bandido de aluguel, que agia em troca de bom soldo. Diogo, o Schelp não aterroriza ninguém.

Pois não é que depois de fazer das suas por várias vezes, exibindo língua solta contra a Venezuela e Cuba o Diogo resolveu voltar-se contra Che Guevara. Certamente fez isso depois de dar a patinha, rolar no tapete e pedir papinha, pois a vida não anda fácil.

Pérolas e olfatos

Diogo é uma graça. Ganhou uma capa - é capa da tal sala de visitas, a Veja - e mais um monte de espaço. Sua pérola chama-se "Che. Há quarenta anos morria o homem, nascia a farsa". A obra é hercúlea. Diogo contou com a ajuda de outro civitete de estimação, um serzinho chamado Duda Teixeira.

Para fazer das suas, foram falar com vários cubanos que, segundo ambos, conviveram com Che Guevara. Não foram a Cuba, mas entrevistaram quatro que moram na mais reluzente cidade latino-americana, chamada Miami. Tem uma comunidade cubana lá que é do balacobaco. Ajudaram a eleger George e seu irmão Jeb Bush. Gente fina.

Entre citações dos tais cubanos e sacadas próprias, a dupla DD (Diogo e Duda) saiu-se com estas:

"Che foi um ser desprezível".

"Che tem seu lugar assegurado na mesma lata de lixo onde a história já arremessou há tempos outros teóricos e práticos do comunismo, como Lenin, Stalin, Trotsky, Mao e Fidel Castro".

"Sua vida foi uma seqüência de fracassos".

Como a vida da dupla DD é uma seqüência de sucessos, eles podem dizer esta última frase de boca cheia. Certamente ambos vão revelar proximamente terem feito algo mais grandioso do que uma revolução nas barbas do império (desculpem o uso da expressão antiquada) ou de terem dado a vida defendendo o que pensam.

O mais legal é a especialidade olfativa dos DD. Sabem de cada uma. Vejam esta:

"Che (...) não gostava de banho e tinha cheiro de rim fervido".

Cheiro de rim fervido! Alguém sabe como é? Os DD, pelo visto, cultivam o salutar hábito de experimentar odores em busca de comparações espirituosas a pedido dos Civita.

E tem mais. Como estão fazendo graça, dando a patinha e tal, os DD não se preocupam nem mesmo em dizer uma coisa no início da matéria e desdizer a mesma coisa linhas abaixo. Pois vejam só:

"Desde o início, Che representou a linha dura pró-soviética, ao lado do irmão de Fidel, Raul Castro".

Lá adiante, a dupla do barulho fala assim:

"Che também se tornou crítico feroz da União Soviética".

Os Civita devem adorar. Os Civita gostam de dinheiro, poder e publicidade oficial, da qual suas revistas andam cheias. O governo deve gostar muito dos Civita e de seus mascotes, para dar esse ajutório todo.

Mas deve haver uma hora que os DD cansam um pouco a família lá da marginal. Mesmo vivendo toda hora na sala e se exibindo para as visitas, há sempre um perigo maior.

O de fazer xixi no tapete.

Foi o que aconteceu agora. Graça demais não tem muita graça não.
Fonte: www.vermelho.org.br

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Comandante Che Guevara

Matéria usa Che para atacar Cuba e o socialismo
Que a revista Veja é um panfletinho partidário da direita reacionária todos já sabem. Mas, dessa vez ela estrapolou os limites. A edição desta semana, que traz como matéria de capa "Che – A farsa do herói” tenta desmistificar a imagem do grande revolucionário, político e pensador passando a impressão de que Che fosse um fracassado.
Caluniosa e pejorativa a matéria ainda tenta passar a impressão de que Che fazia revolução por revolução, gostando mesmo era de sangue. Ao folearmos os livros de história, podemos perceber a miséria e o caos social que levaram os povos a se levantarem contra o sistema.
A matéria mentirosa, diz que Che ajudou a estabelecer um sistema de penúria em Cuba, em que comidas são racionadas e os carros são velhos. Esquecem por completo que a ilha, antes de viver um regime socialista, era considerada o bordel dos americanos, país miserável. Esquecem também, que Cuba sofre um brutal bloqueio econômico dos Estados Unidos, em que empresas que fabriquem objetos que utilizem qualquer matéria-prima daquele país, não podem vender para Cuba.
Afirmam ainda que Che foi apenas eficiente em matar por causas sem futuro. Che era marxista-leninista convicto, crente do socialismo científico. Acreditava no fim da exploração do homem pelo homem e tinha amor pela vida e pela liberdade. Esse amor que o fez lutar, pela libertação do povo sofredor da América.
O comandante está mais vivo do que nunca, nas mentes daqueles que acreditam no fim da exploração e no desenvolvimento do pensamento humano.
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Quando vi a última revista Veja, estava em Londrina. Senti vontade de queimá-la. A UJS fará às 13h00 um ato em frente a sede da editora Abril, em São Paulo. O protesto ainda exigirá a abertura da CPI Abril-Telefônica/TVA no Congresso Nacional, além de pautar a democratização dos meios de comunicação.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Coragem pra Mudar, por um DCE do tamanho da UEL!

Noite de terça-feira (25). Compromissos a mil, mas a cabeça em Maringá e Londrina. Não costumo atender o telefone quando estou no banho. Daquela vez atendi. Era a Talita, de Maringá a me perguntar quem iria de Foz para dar aquela força na reta final das eleições para o DCE da UEM. Semana de provas na UDC, pós-eleição do reitor da Unioeste. Eu? Tarefa de militante. Quando você está realmente convencido do seu ideal, não mede esforços para alcançá-lo. Eram 20h00. Correria total pra arrumar a mala. Às 21h00 embarcava rumo a Maringá. Estive por lá em 2001, quando estava no terceirão. Aquelas viagens pra conhecer a universidade antes do vestibular. Chegando por lá, na madrugada da quarta-feira, vou direto ao campus da UEM. Bela universidade. Belas paisagens. Pela manhã, conheço o Fernando, da corrente Democracia Socialista do PT, nosso candidato a vice-presidente do DCE da UEL. Além de matar um pouco da saudades da galera da aguerrida União da Juventude Socialista de Maringá, conheci também o Jorge (Vice-Presidente Sul da UNE) e o Nêgo, ambos da região metropolitana de Porto Alegre. É gratificante ver que a UJS é uma só do Oiapoque ao Chuí. Meu espírito revolucionário e de indignação pelo caos reinante nessa sociedade de consumo, volta renovado, das conversas com os camaradas gaúchos. Eles participaram ativamente das campanhas da Manuela e se emocionam ao pensar que no ano que vem disputaremos a prefeitura de Porto Alegre, com reais chances de vitória. Nos indignamos a lembrar como a mídia joga, passando a falsa imagem de que a Manuela é apenas a deputada mais bonita, que foi eleita apenas por sua beleza. Mas a deputada do PCdoB, de apenas 26 anos, foi liderança destacada, brava guerreira formada nas fileiras da luta revolucionária da UJS, sendo presidente estadual da entidade e dirigente da União Nacional dos Estudantes. Voltando às eleições para o DCE da UEM. Perdemos. Mas não saímos derrotados. O empenho e a dedicação dos combatentes não foi em vão. Saímos prontos a solidificarmos de fato um núcleo de atuação nossa na UEM. Quinta-feira (27), desembarco junto com o Fernando e com a Binha em Londrina. Como o processo eleitoral por lá ainda está em andamento, não vou aqui relatar minha agenda até ontem à noite. Por ora, o que posso tornar público é o pequeno texto que escrevemos para a comissão eleitoral publicar em um jornal.

Coragem pra mudar, por um DCE do tamanho da UEL

Somos estudantes de vários cursos preocupados com o movimento estudantil da UEL. Estamos dispostos a construir um DCE para todos os estudantes, integrando todos os Centros Acadêmicos e sendo um elo permanente entre as entidades de representação estudantil. Acreditamos que um diretório central de estudantes deve ser de fato a força e a voz dos estudantes. Para isso, deve ampliar a participação diversificando o movimento estudantil, através de atividades culturais e esportivas. Mais do que uma chapa, Coragem Pra Mudar é um movimento que se levanta pautado pela construção de um DCE do tamanho da UEL.